Páginas

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Deixando Chronos (um pouco) de lado!

Embora eu não tenha uma ansiedade traço, o tempo Chronos sempre andou encralacrado comigo e eu  decidi/percebi que é hora de dar uma chance ao Kairós. Vamos entender melhor (momento telecurso):
Chronos, deus do tempo e das estações - é o tempo quantitativo, cronológico, sequencial...
Kairós, filho de Chronos - tempo qualitativo, experiencial, onde coisas especiais acontecem...
Eu acho que estou chegando em um momento da vida que as coisas estão mudando de perspectiva, a figura é outra, outros desejos, outras experiências, novos aprendizados... Eu de fato estou em um momento de transição na vida e porque não dizer crise? 
Eu tenho um problema em finalizações e algumas coisas precisam ser finalizadas e eu não quero mais aprender isso na marra, quero aprender isso com tranquilidade, com dor, se ela vier, mas com sabedoria, e depois de tanta auto-analise e de aprender tanta coisa teórica e vivencial eu descobri que grande parte dessa minha dificuldade está ligada ao apego com o tio Chronos. Eu não quero fazer dele um deus mau, porque ele é na verdade muito necessário, mas por hora eu vou deixa-lo só para as coisas que realmente necessitam dele, que já são muitas, e as que não tem necessidade do envolvimento dele eu vou colar com o mano Kairós e aprender com ele tudo que ele pode me proporcionar. 

sábado, 10 de agosto de 2013

O primeiro trabalho na área a gente nunca esquece!

Comecei a trabalhar na minha área EEEEEEEEEEEEEEEE só que não! msaomsokamsoam sacanagem, eu poderia ter escolhido a área organizacional, ganharia bem mais e mais rápido, mas... A verdade é que escolhi uma caminho duro pra trilhar na psicologia, a área clínica,  e como, por enquanto, não sou ninguém só me resta trabalhar na clínica alheia, mas eu estou até bem, um ano de formada e já consegay emprego nessa área, tô no grupo dos sortudos meeeeeeeeeeeeeeesmo, e a verdade é que estou super feliz, mesmo atendendo por convênio eu estou feliz à beça, o que ganhei de experiência nesse um mês está me valendo muito. E eu preciso pensar no futuro, né? Quase ninguém começa por cima e eu precisava entrar no mercado de alguma forma, daqui há uns anos estarei na minha própria clínica e mais feliz da vida, nem estou muito preocupada com isso, eu tenho um objetivo e como sou muito determinada sei que vou chegar lá, só preciso ter paciência e manter o foco. 
Agora falo pra vocês da satisfação que tenho em trabalhar em clínica, por enquanto tenho 14 clientes, e eu tenho muito respeito, muita admiração e muito carinho por cada um deles, porque né, ninguém procura psicoterapia porque está bem, feliz e porque está tudo maravilhoso na vida, e mais eu bem sei o quanto as pessoas fogem do tratamento, inventam todo tipo de desculpa para não ter que lidar com seu próprios problemas, eu escuto cada uma, e quando uma pessoa finalmente resolve encarar o que lhe faz mal é um processo que pode ser muito delicado e cabe a nós profissionais acolher bem, fazer o melhor trabalho e sempre ter muito respeito. 
Só digo a vocês que estou MUITO feliz na profissão que escolhi, agora na prática sei mais que sempre que nasci pra isso. 



P.S: Rê, obrigada pelo lay novo! <3 

domingo, 21 de abril de 2013

Brasília 53 anos!

eu vou surfar no céu azul de nuvens doidas, da capital do meu país

céu de Brasília, traço do arquiteto, gosto tanto dela assim

Brasília tem o seu destaque, na arte, na beleza e arquitetura


Praça dos Três Poderes -  Palácio do Itamaraty (ex trabalho)
Ponte JK - Não sei onde é
Imagens do instagram do Correio Braziliense (@cbfotografia)


Eu sou brasiliense, nascida na Asa Sul, hospital Santa Lúcia, aquele de onde o Pedrinho foi sequestrado e hoje eu posso dizer, eu amo essa cidade. Houve uma época em que eu vivi uma birra muito grande, e claro que hoje ainda sei das limitações, mas já sei relevar essas coisas, é como sempre digo vou amar mais quando eu tiver um carro. 
O maior ponto negativo de Brasília é a ausência de transporte público, sério, é vergonhoso e revoltante, eu nunca conheci pior. Isso me irrita de um tanto, por isso preciso de um carro, mas né...
Além da minha família e amigos que estão em sua maioria aqui, há duas coisas que me encantam em Brasília: o céu, que sério gente, o céu aqui é lindo demais, não é em vão que existem tantas músicas e tantas fotos sobre isso, é um céu amigo, é um azul que embebeda, que envolve, que encanta, que cura. É lindeza demais. 
E a segunda coisa é a mistura de gente, eu amo gente, né? E por amar tanto eu consigo tirar boas coisas das pessoas dessa cidade, que costumam ser tão fechadas, por ter gente de todo o canto do Brasil eu sou fluente em vários sotaques, conheço várias comidas típicas. Eu aprendo muito com essas diferenças.  
A cidade tem vários pontos lindos, muita coisa pra ver, vale a pena conhecer e essa conversa que aqui não tem esquinas é mentira, viu? Eu juro que até acho estranho essa coisa de quadra e conjunto, seria bem mais fácil se fosse nome de rua e número, mas também é legal ser diferente. 
Com sua beleza, limitações, com seu povo estranho, com seu clima extremo, com eu trânsito caótico, com tudo hoje eu digo:
Brasília, parabéns. Amo você!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Notícias tristes ao acordar!

O mês de Março me trouxe duas notícias tristes logo pela manhã, no dia 07 eu ligay a TV e no mesmo segundo a repórter do Bom Dia Brasil anunciou que o Chorão tinha sido encontrado morto. Fiquei um tempo parada em frente ao aparelho tentando assimilar a informação e quando voltei à real a primeira coisa que pensei foi "porque eu não ligay essa TV 40 segundos depois?", tinha que ser. Vim o trajeto disso até o trabalho pensando nisso. #chatiada
Hoje chegay no MRE e quando pegay meu celular já tinha uma notificação de tweet falando sobre a morte do Emílio Santiago, meldels! Fiquei sem acreditar, entrei no G1 e pã, verdade. Desde Michael Jackson uma morte não me abala tanto, algumas pessoas que morreram eu senti muito, como o próprio Chorão, a Whitney e a Hebe, mas essa sensação de ruptura, de vazio, de distância só os dois até hoje me deixaram, e só sei é capaz de ter mais de mais um que será capaz de fazer isso comigo, Jô Soares, mas bate na madeira! 
É como eu disse no facebook, eu cresci ouvindo Emílio, ele traz lembranças maravilhosas da minha infância, raros momentos porém preciosos com meu pai, cantá-lo com a minha irmã, descobrir que a minha 2a madrasta era fã... Eu amava a voz dele, parava onde estivesse pra ver/ouvir, adorava aquele sorriso largo, aquela risada malandra, pena que ele não teve o reconhecimento que merecia, eu acho isso, ele tinha um talento descomunal e nunca foi tão valorizado como deveria, vai ver ele estava satisfeito com o que tinha, mas eu na minha arrogância e admiração acho que foi pouco. 
Como eu disse no twitter é muito estranha essa sensação, saber que a pessoa não te conhecia, nunca cogitou sobre a sua existência no mundo, mas a morte dela chega e leva um pedaço de você. Tudo transforma a gente, pro bom e ruim, pro bom ou ruim!
Não posso falar dele como pessoa, infelizmente não tive a oportunidade de conhecê-lo, mas eu sou apaixonada por esse nome, depois de João é o nome que acho mais lindo, e certeza que ele tem "culpa" nisso. 
Só quero dizer a ele o quanto sou grata por poder ouvi-lo, por ele ter nos dado a oportunidade de conhecer essa grande voz, por ver esse grande sorriso, por ter em minha mente grandes momentos nos quais ele foi a trilha sonora.
Obrigada Emílio, descanse em paz!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Simba Joaquim, para nossa alegria!

Há três anos nós recebemos um presente peludo, um cachorro barrigudo, lombriguento, remelento e cheio de fome. O simba entrou pelo portão, deitou no tapete da porta da frente, e por lá ficou sabe Deus por quanto tempo, só sei que quando minha mãe abriu a porta deu de cara com ele.
Recém nascido, e filhote de bicho é sempre fofo, ela olhou e disse, depois de dar comida "ai, se ele não for embora eu vou ficar com ele!" eu falei "anrram, capaz que ele vai embora, depois de achar um lugar pra deitar e um prato de comida!
Eu penso que com tantas casas naquela rua e ele entrou na minha foi porque ele nos escolheu, OBRIGADA SENHOR!
Eu sabia que aquele cachorro não iria mais sair das nossas vidas. 
O SJ é super manhoso, super folgado, super tudo, esse cachorro não dá uma folga, sério. Nunca conheci um cachorro igual esse, ele passa por cima da cabeça das pessoas, isso mesmo por cima da cabeça. hahahah Tem gente que deixou de ir lá em casa por conta, dele, e quer saber? Nem ligo, ele é um dos donos da casa, ele tem direitos, certíssima está a pessoa incomodada que não volta, né não? Se ele soubesse falar eu já teria ensinado "rêlou, a casa é minha!".
Só sei que eu amo/sou esses viralatas que Deus colocou na minha vida, Simba e Vitória, ambos cachorros de rua que tiveram a sorte que, infelizmente, tantos outros cachorros de rua não tiveram. Eu defendo meus cachorros até o fim, façam comigo, mas não façam com eles. Não imagino minha vida sem eles, e quando estou longe de casa são os primeiros que eu sinto saudade.

Feliz aniversário Simba, a titia te ama!

P.S: o aniversário foi dia 02.02